Mogi Guaçu
Ela já foi a Capital da Cerâmica. Hoje, a cidade a 166 km da capital é um bem-sucedido
pólo de investimento. Com cinco parques industriais, de atividade fabril voltada
para papel e celulose, metalurgia, alimentação e cosméticos, Mogi Guaçu se firma
no cenário empresarial do nordeste paulista. Mas o município de 885 km² também tem
espaço de sobra para o desenvolvimento agrícola. Tomate e laranja são os produtos
mais representativos. Emancipada em 1877, a cidade de mais de 140 mil habitantes
cresceu em volta do rio que lhe deu nome (cujo significado é “Rio Grande das Cobras”)
e tem na peixada seu prato mais típico. Cercada por outros rios, acabou sendo sede
da hidrelétrica da AES Eletropaulo, no Rio Tietê. Mas não é só a economia que lhe
serve como ponto de referência: ela abriga eventos culturais famosos, como o Concurso
Nacional de Poesia e o Encontro de Coros.
O que fazer em Mogi Guaçu:
Dependendo da época, aproveite as festas que agitam a cidade: se for em abril, há
rodeio e shows na Expoguaçu; se for em setembro, há diversão no Guaçufest. Fora
destes meses, visite o Jardim dos Lagos, onde é possível andar de pedalinho, fazer
uma curta trilha e pescar; a Fazenda Campininha, local de pesquisa que tem trilhas
e atividades de educação ambiental; ou o Centro de Educação Ambiental Francisco
Mendes, com mais de 120 animais silvestres.
O que visitar em Mogi Guaçu:
Se quiser conhecer um pouco mais da cidade, faça um passeio pelo Museu Histórico
Municipal Hermínio Bueno, que fica na antiga estação ferroviária, além da Igreja
Matriz (de 1773, mas um pouco descaracterizada por reformas), das pontes metálica
Central (1907) e a de ferro que fica sobre o Rio Mogi Guaçu (1904, antiga passagem
de trem), do Centro Cultural Esperança (que tem museu dentro de um navio) e do prédio
da primeira cadeia municipal, no Parque dos Ingás.
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