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Magé

Magé

A natureza foi generosa com Magé, um dos mais antigos municípios da Baixada Fluminense. Localizado ao norte da Baía de Guanabara, a 60 km da capital, o cenário mescla cachoeiras, montanhas, vales, rios, manguezais e extensas áreas de Mata Atlântica.

Igualmente rico é o patrimônio histórico local, compreendido por diversos pontos turísticos, com destaque para as igrejas centenárias. Além disso, Magé guarda ruínas e monumentos que testemunham o passado de glória, quando a cidade desempenhou papel fundamental no desenvolvimento econômico do Brasil Colônia e Império.

Sua localização privilegiada permitiu um novo ciclo de desenvolvimento a partir do século 20, com a implantação de várias indústrias, especialmente as têxteis. Hoje, Magé atua como sede administrativa de outros cinco distritos: Santo Aleixo, Guapimirim, Suruí, Guia de Pacobaíba e Vila Inhomirim.

O que fazer em Magé:

Com o turismo de negócios já consolidado, Magé busca agora atrair outro tipo de visitante. Para isso, conta o fato de estar cercada de belezas naturais. São 11 km de praias, lagoas costeiras e santuários ecológicos. Na região serrana, há rios com corredeiras e dezenas de cachoeiras, ideais para a prática de esportes radicais. Além disso, as montanhas oferecem cenários perfeitos para escaladas e downhill (descida de bicicletas). A Praia dos Cavaleiros é a mais badalada, com bares e restaurantes. Outro paraíso ecológico é o Arquipélago de Santana, área de proteção ambiental. São três ilhas (Santana, do Francês e Ilhote Sul) que servem de abrigo para aves migratórias, além de uma rica flora.

O que visitar em Magé:

Magé possui a primeira estrada de ferro do Brasil, inaugurada em 1854 por Irineu Evangelista de Souza, Barão e Visconde de Mauá. No local, é possível encontrar a velha estação, onde a família real costumava desembarcar em direção a Petrópolis. Vale ainda visitar as ruínas do Engenho da Cachoeira Grande e percorrer o amplo circuito religioso. As principais igrejas são: N. S. da Guia de Pacobaíba (1640), N. S. da Piedade de Inhomirim (1696), São Nicolau (1710) e N. S. da Piedade (1747). A maioria foi construída no cume de montanhas, proporcionando belas visões da Baía de Guanabara.

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