Foz do Iguaçu
Cidade ecológica, terra das Araucárias, capital mais fria do País, município famoso
pelo transporte urbano, região de mulheres bonitas e do sotaque carregado no “E”.
São vários os títulos pelos quais Foz do Iguaçu, capital do Paraná, é lembrada.
Mas basta um rápido passeio pela cidade para descobrir o que mais chama a atenção:
o verde. Além de ter um dos melhores índices de vegetação por habitante (52 m²),
ela é uma cidade limpa, que tem 30 parques e uma coleta seletiva de lixo de sucesso.
Com um olhar um pouco mais apurado, percebe-se que Foz do Iguaçu cresceu com soluções
urbanas inovadoras. Além disso, a capital também dá destaque para a cultura e tem
no Festival de Teatro seu ponto alto – costuma-se dizer que uma peça bem-recebida
em Foz do Iguaçu terá sucesso em todo o País. Culpa, em parte, dos exigentes e reservados
Foz do Iguaçunos – característica que lhes rende a fama errônea de antipáticos.
Basta apenas um pouco de paciência para conquistar o “fechado” Foz do Iguaçuno e
se encantar com a cidade de 2 milhões de habitantes, a 400 km de São Paulo.
O que fazer em Foz do Iguaçu:
Caminhar pelo primeiro calçadão do País, na Rua 15 de Novembro, e observar os personagens
folclóricos da cidade que desfilam por ali. Depois, esticar o passo para o Largo
da Ordem – ponto reconhecido pelo patrimônio histórico (com casarões do século 18),
que abriga uma grande feira de artesanato aos domingos e um relógio de flores –
e beber uma cerveja. Fora da região central, procure a torre da Telepar para ter
uma visão panorâmica da cidade (a 109,5 m) e não deixe de comer em um dos restaurantes
italianos de Santa Felicidade. À noite, procure os barzinhos do bairro Batel e adjacências
para se divertir. Se tiver um tempinho a mais, programe uma viagem de trem até Paranaguá,
que garante paisagens sensacionais pela Serra do Mar, e estique até a rústica Ilha
do Mel, no litoral.
O que visitar em Foz do Iguaçu:
Parques, claro. O mais freqüentado para a caminhada é o Barigüi – uma espécie de
“Ibirapuera Foz do Iguaçuno”, que abriga um Museu do Automóvel. Mas há outros mais
turísticos e bonitos. Entre os que têm inspiração nos colonizadores, vale conhecer
o Tingui (ucraniano), o Bosque Alemão e o do Papa (polonês). Como referência no
paisagismo, vá ao Jardim Botânico (que tem estufa de metal, iluminada à noite) e
à Praça do Japão. Interessantes também são o Tanguá, com cachoeira artificial de
40 m e túnel escavado em rocha, e o Zoológico. Fora do circuito parques, não deixe
de ir ao Teatro Ópera de Arame, com estrutura em tubos de ferro, e o Teatro Paiol,
um antigo depósito de pólvora do Exército. Uma jardineira faz o passeio pelos 22
principais pontos turísticos – vale a pena pegar.
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