Diadema
Diadema já foi conhecida como a cidade mais violenta do Brasil. Agora, tenta figurar
nas páginas dos jornais por outros feitos: virou pólo de cosméticos e abriga o primeiro
borboletário da região metropolitana de São Paulo. Apesar da vocação industrial,
sabe-se que borboletas não vivem em locais muito poluídos – ponto para a cidade,
que também foi a primeira a deixar de lançar seu esgoto na poluída Represa Billings.
Diadema, o "D" do Grande ABCD, tem uma história recente. Até a década de 60, pertencia
a São Bernardo do Campo e chamava a atenção do turismo nacional pelas regatas na
represa – até mesmo Roberto Carlos teve casa lá. Desmembrada, apostou na indústria
para crescer e atraiu tantos moradores que hoje tem a segunda maior densidade demográfica
do País. Para preservar o verde que resta, conserva 23,6% do território como Área
de Proteção e Recuperação aos Manaciais.
O que fazer em Diadema:
Além do Jardim Botânico, os parques estão entre os programas indicados para quem
vai a Diadema. Há pelo menos cinco grandes áreas verdes com infra-estrutura de lazer
para crianças, quadras esportivas, quiosques e trilhas. Entre os mais estruturados
estão o do Paço (onde há encontros de jipeiros), Pousada dos Jesuítas, Fernando
Vitor de Araújo Alves e da Saned, além do Vereador Antonio de Lucca Filho, também
conhecido como Paraná e Takebe.
O que visitar em Diadema:
As borboletas do Borboletário Tropical Conservacionista Laerte Brittes de Oliveira
dão vida ao parque industrial que é Diadema. Aberto em 2005, dentro do Jardim Botânico,
o borboletário começou com 500 insetos. Lá, com visitas agendadas, é possível ver
o acasalamento, os ovos e os casulos – uma verdadeira aula prática de educação ambiental.
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